domingo, 1 de setembro de 2013

Zeus o rei dos deuses.

Olá Pessoal!
Este é o meu novo artigo para o Blog Jovem Fonte.
Espero que vocês Gostem.
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Zeus o rei dos deuses.
 
Semana passada eu comecei a falar sobre a religião dos antigos gregos a hoje chamada Mitologia Grega. Falei sobre Dionísio por ser ele o mais jovem de todos os deuses do panteão, isso em homenagem ao renascimento do Blog Jovem Fonte; mas não se pode falar sobre Mitologia Grega (ou religião dos antigos gregos se assim preferirem) sem falar sobre Zeus.
 
Muitos pensam que Zeus era o deus supremo, assim como hoje consideramos o Deus no entendimento da maioria das religiões atuais e mesmo no entendimento de ateus e intelectuais: único, onipresente, onipotente, criador do céu e da terra etc. 
 
No passado não era diferente, muitos também acreditavam que assim era, mesmo não sendo.
 
Zeus não era o “Pai de Todos os deuses”, ele era o “Rei de todos os deuses” o líder, mas não era o correspondente ao Deus como entendemos hoje. 
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Reia e Cronos
 
Zeus era o guardião da justiça (dos deuses e dos mortais), mestre dos outros deuses, controlava o céu (céus se preferirem), e controlava os raios (dentre muitos outros poderes).
 
Cronos era o pai de Zeus e rei dos Titãs os deuses mais poderosos do universo.
 
Cronos se casa com sua irmã (também Titã) Reia e desta união nascem uma nova geração de deuses chamados de olimpianos, dentre eles: Zeus, Hades e Posseidon. 
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Hades
Cronos por medo de ser substituído ou ter seu poder usurpado por algum de seus filhos, passa a ter o péssimo habito de devorar seus filhos assim que eles nascem. 
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Posseidon
 
O problema é que esses deuses eram imortais, então eles eram devorados por Cronos, porém não morriam ficavam apenas presos em sua barriga. Reia irmã e esposa de Cronos não gostava da ideia de seus filhos serem devorados por seu marido, afinal ser mãe não é apenas dar a luz mas também amamentar, cuidar e criar seus filhos.
 
Desta maneira Reia cria um plano para que isso não ocorra mais. Ela foge das vistas de Cronos e dá a luz a Zeus. Para ler mais clique aqui.

sábado, 24 de agosto de 2013

Dionísio o deus mais jovem do Panteão Grego.

Este é o meu artigo desta semana para o renascido Blog Jovem Fonte.
Dionísio
Dionísio
Antes do Cristianismo e do Muçulmanismo existiam religiões de grande importância no mundo; uma delas é a religião grega que hoje convenientemente chamamos de mitologia grega. (será que algum dia passarão a chamar o cristianismo ou o muçulmanismo de mitologia também?).

No renascimento estilo Fênix do Blog Jovem Fonte eu gostaria de falar sobre o deus mais jovem da religião (ou mitologia se preferir) grega.

Tudo começa na Grécia antiga, o deus mais jovem do Panteão era Dionísio que nasceu da cópula entre Zeus (o rei de todos os deuses) e Sêmele (filha de Cadmo).
Sêmele morreu fulminada ao ver Zeus em toda a sua glória antes de dar a luz (será que Zeus era bonito de matar… Por assim dizer?).

Alguns dizem que Zeus já estava muito velho para as suas estripulias sexuais, e talvez, só talvez Sêmele tenha cometido o erro de curtir com a cara de homem velho que pensa ter 20 anos e Zeus ainda tinha força para fulmina-la.
Para Ler mais, clique AQUI.

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Borboletas*

Um homem achou o casulo de uma borboleta. E no dia em que apareceu uma pequena abertura no casulo ele sentou eborboleta_saindo_do_casulo observou a borboleta por diversas horas, enquanto ela se esforçava em forçar seu corpo através daquele pequeno furo.
 
Depois, parecia parar sem fazer nenhum progresso. Parecia que ela tinha chegado até onde podia e não poderia, portanto, ir mais longe.
 
Então, o homem decidiu ajudar aquela borboleta. Ele pegou uma tesoura e retirou o que restava do casulo. A borboleta assim apareceu facilmente, mas ela tinha o corpo inchado e pequenas asas enrugadas.
 
Ele continuou a olhar a borboleta, pois ele esperava que, a qualquer momento, as asas crescessem e expandissem para suportar o corpo que iria contrair-se com o tempo. Nenhuma das duas coisas aconteceu. Aliás, a borboleta passou o resto da sua vida engatinhando com o corpo inchado e as asas enrugadas. Ela nunca conseguiu voar.
 
O que o homem tinha feito, com a melhor das intenções e que ele não pode compreender, foi que o casulo restrito, a luta e o sufoco requerido para sair pela pequena abertura do casulo eram as formas que a natureza tinha feito para forçar o fluido do corpo da borboleta a passar para as asas. Sendo assim, ela estaria pronta para voar assim que ela tivesse se libertado do casulo.
 
Às vezes as lutas são necessárias na nossa vida. Se Deus nos permitisse passar pela vida sem nenhum obstáculo, nós seríamos "deficientes". Não seríamos fortes o suficiente e nunca poderíamos "voar".
 
Por tudo isso, lembre-se: Tenha um ótimo dia, uma ótima vida e algumas lutas. Depois "voe"! É necessário. É assim que as coisas precisam ser para que a elas sempre seja dado o exato valor!
 
*Autor desconhecido. Extraí de um folheto de propaganda da loja MELCA Decoração e Presentes "Borboletas no Seu Caminho". Parque das Águas, Loja 18 - São Lourenço - MG.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Anonymous, o Paradoxo da Máscara.

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V - Guy Fawkes - Anonymous
Em protestos, manifestações e em sublevações sociais por todo o mundo a mascara de Guy Fawkes tem sido uma presença constante.
 
Com origens bem anteriores, a máscara ficou mais conhecida do grande público através do filme V de Vingança (V for Vendetta - 2006).
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Hugo Weaving Interpreta V
 
 
Logo no início do filme o herói mascarado "V" (interpretado pelo ator Hugo Weaving) salva a linda Evey Hammond (interpretada por Natalie Portman) de uma tentativa de estupro pelos membros da polícia secreta conhecidos como "Os Homens-Dedo".
 
 
Estupro evitado Evey pergunta:
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Natalie Portman
 
- Quem é você?
 
V começa a rir.
 
- Por que você está rindo?
Indaga a vítima.
 
O herói mascarado V responde:
 
- Pelo paradoxo de perguntar quem é você a uma pessoa que usa máscara.
 
O filme V de Vingança é uma adaptação da série de quadrinhos de mesmo nome de Alan Moore e David Lloyd; porém a inspiração para a máscara utilizada por V remonta a um tempo bem mais distante.
 
O cerne da questão é o conflito entre Católicos e Protestantes na Grã Bretanha. A história começa no século XII, quando o monarca inglês Henrique II tentou anexar a ilha da Irlanda ao seu reinado e a bem da verdade esse conflito ainda não terminou. Os Irlandeses de maioria Católica e os ingleses que para lá migraram eram majoritariamente Protestantes.
 
Em 1605 ocupava o trono inglês Jaime I que era protestante.
Jaime I
Jaime I
 
Foi organizada uma conspiração para assassinar o Rei e todos os membros do parlamento durante uma sessão; episódio que entrou para a história como "A Conspiração da pólvora" (Gunpowder Plot). Desta conspiração participou ativamente o soldado inglês católico Guy Fawkes (Iorque, 13 de abril de 1570 — Londres, 31 de janeiro de 1606).
 
Guy Fawkes (Guido Fawkes) era o responsável por guardar os barris de pólvora que seriam utilizados para explodir o Parlamento do Reino Unido durante a sessão. No filme V de Vingança é feita uma referência ao episódio quando logo nas primeiras cenas o herói V explode instalações governamentais.
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Guy Fawkes Inspirou a Máscara
 
Bem, o filme e as histórias em quadrinhos falam por si, o autor dos quadrinhos não gostou da adaptação para o cinema e se afastou, mas a máscara continuou e ganhou força na internet, principalmente nos fóruns imageboard; (também conhecido como chan, abreviatura do inglês channel), A origem destes espaços está ligada aos fóruns online sobre cultura japonesa, os chamados grupos de otaku. Ao contrário das redes sociais comuns a interação nos imageboards é bastante simples, não exigindo cadastro nem mantendo o histórico das discussões por muito tempo.
 
A forma dinâmica dos  fóruns imageboard (chans) favoreceu o surgimento de vários memes da Internet, como trollface, pedobear e do "Anonymous", a máscara de Guy Fawkes, que passou a representar o conceito de muitos usuários de comunidades da internet existindo como uma espécie de cérebro global ou mente coletiva.
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O Acampamento em N.Y.
 
A máscara de Guy Fawkes, tem sido utilizada publicamente em todas as manifestações pelo mundo, desde o emocionante acampamento em Wall Street em Nova York, passando pela assim chamada Primavera Árabe e agora nas manifestações e protestos no Brasil. Em todas essas situações, houve críticas por parte de autoridades governamentais e mesmo de jornalistas quanto a validade do uso das máscaras em manifestações.
 
Afinal, se a luta é legítima, por que esconder o rosto?
 
Bom, essa situação suscita na prática o que eu chamo de paradoxo duplo:
 
Como disse V para Evey rindo:
É um contrassenso perguntar a identidade para uma pessoa mascarada!
 
Porém especialmente no caso das manifestações no Brasil; todos sabem a identidade dos mascarados: O Povo Brasileiro.
 
Só para constar: Guy Fawkes foi descoberto e enforcado na Inglaterra...

terça-feira, 2 de julho de 2013

Balões, Marrons, Arco Íris

Uma homenagem ao meu irmão Sergio Levy (Sérgio Luiz da Costa; escritor, professor e compositor.).
 
Um amor Lindo, Leve e solto é o que muitos desejam.
Eu já tive amores assim.photo-le-ballon-rouge-1956-1
Duas vezes.
 
Quando eu era pequeno, me apaixonei perdidamente por um balão de gás, é; um balão de gás destes que são vendidos em feiras livres e são distribuídos em festas infantis. (na minha época de criança nós os chamávamos de bola de gás).
 
Ele era lindo, colorido, de forma sensual e exuberante.
 
Era leve e de tão leve flutuava.
 
E solto, sim muito solto.
 
E por mais encantado que eu estivesse, mesmo sem tirar os olhos dele por um segundo, me distraí e ele voou...
 
Acho que ninguém sofreu tanto pela perda de um amor quanto aquela criança...
Meu Deus como eu chorei, uma criança não deveria sofrer e chorar tanto por uma perda sendo tão jovem tão criança...
 
Perguntei a minha vó Margot:
 
- Vó, para onde foi o meu amor?
 
No que ela prontamente respondeu:
 
- Para o céu meu filho, foi para junto de Deus.
 
Conformei-me.
 
Mas por desígnios divinos as feiras-livres ocorrem todas as semanas.
 
E no domingo seguinte lá estava eu com a minha avó.
 
Escolhi outro balão, outro amor, outra paixão.
 
Lindo, leve e solto.
 
Mas desta vez não deixei tão solto assim, minha avó amarrou no meu pulso.
 
Adorei a ideia.
 
Continuava leve, continuava lindo, mas segurei-o em minha mão de forma a não se soltar com tanta facilidade.
 
Aquele amor era meu e eu não iria perde-lo assim com tanta facilidade como o outro.
 
Fomos para casa, amor amarrado ao pulso.
 
Almocei galinha com arroz e por mais que insistissem para eu soltar aquele amor eu não obedeci... Lanchei com ele, vi A Família Trapo com ele, assisti a um emocionante episódio de Disneylândia, amarrado com ele juntinho a mim; Perdidos no Espaço, com Will Robson e seu maravilhoso Robô.
 
E mesmo sendo ameaçado de uma surra pela minha mãe eu tomei banho com meu balão, com meu amor.
 
Dormi vitorioso, satisfeito agarrado ao meu amor.
Lembro-me que devido ao sono já quase profundo eu o larguei, mas ele estava ainda amarrado qual escrava a mim.
 
Pela manhã...
 
Nova e amarga decepção, meu amor lindo leve e solto havia murchado, definhado, não tinha brilho, não mais flutuava, perdeu o viço.
 
Arrebentei revoltado a linha que me acorrentava a aquela coisa morta horrível.
 
Mais uma perda, mais um sofrimento, mais uma dor que à época me pareceu irremediável.
 
Desde então desisti de amores livres, leves e soltos.
Preferi me apaixonar por outras coisas, mais simples, mais duradouras, mais perenes, menos bonitos talvez, menos poéticos talvez, mas não menos apaixonantes...
Um abração a Todos!
Paz!